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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Apple cria locadora virtual de filmes e renova linha de iPods nos EUA (Tecnologia e Games - G1, 01/09/2010)


Novo iPod nano tem tela sensível ao toque.
iTunes 10 apresenta rede social musical.


A Apple apresentou nesta quarta-feira (1) o novo modelo da Apple TV que permite alugar filmes e seriados de TV sem a necessidade de armazenar os vídeos em um disco rígido, criando uma locadora virtual para os usuários. No evento realizado em San Francisco, Steve Jobs, o CEO da empresa, revelou também a nova linha de iPods, a nova versão do iTunes com a rede social de música Ping, e o lançamento do sistema operacional para o iPhone e iPod touch, o iOS 4.1.

Confira a galeria de fotos da apresentação.

É tradição da empresa de Steve Jobs lançar novas versões da linha de iPods em encontros anuais para a imprensa. Pela primeira vez, a Apple disponibilizou streaming ao vivo do evento, mas só para equipamentos da empresa, como Macs, iPhones, iPod Touch ou iPad.

Buscando sucesso com a Apple TV, tocador de mídias digitais, Jobs apresentou o novo modelo, menor do que o anterior, que chegará ao mercado nos próximos dias custando US$ 99. A novidade é que o aparelho permite alugar seriados de TV e filmes que são assistidos por meio de streaming, sem a necessidade de armazenar o conteúdo em um disco rígido.

Os filmes custarão cerca de US$ 5 (lançamentos) e os seriados, US$ 0,99. Ainda, será possível enviar para a Apple TV vídeos, músicas e fotos armazenados nos computadores e iPads. Segundo a assessoria de imprensa da Apple, a empresa não comercializa no Brasil a Apple TV.

Novo iOS

Segundo Jobs, mais de 120 milhões de aparelhos, que usam o sistema iOS, foram vendidos no mundo. De acordo com dados da empresa, 6,5 bilhões de aplicativos foram baixados até o momento, ou seja, 200 apps por segundo.

No iOS 4.1 para iPhone e iPod touch, que deve ser lançado nos próximos dias, a Apple corrigiu as falhas do sensor de proximidade, de Bluetooth e da performance do iPhone 3G. O iPhone 4, com a atualização, se torna compatível com fotos HDR.

O sistema operacional permite que os gamers possam jogar on-line por meio de conexões Wi-Fi e Bluetooth, ter "conquistas" e ver rankings pela internet. Jobs anunciou que o sistema operacional do iPad, iOS 4.2, chega em novembro.

iPods

Antes de mostrar as novas versões dos iPods, Jobs anunciou que 275 milhões de aparelhos desse tipo foram vendidos desde o lançamento. O primeiro iPod apresentado foi o shuffle. Segundo Jobs, a terceira versão não tinha os botões e, por isso, não foi muito bem aceito pelo público. O novo modelo retorna com os botões e está ainda menor do que o primeiro, mas com bateria de 15 horas. O novo shuffle conta com cinco cores, 2 GB de espaço e o preço é US$ 49.

Depois, Jobs mostrou a nova versão do iPod nano. Para a 4º geração, a Apple reduziu o seu tamanho, eliminando o clickwheel e trazendo uma tela sensível ao toque. Ele possui um clip para prender na roupa como o usado no shuffle. Segundo Jobs, o nano se tornou 46% menor e 42% mais leve e a bateria dura 24 horas. O preço é de US$ 149 (8GB) e US$179 (16GB).

No Brasil, a assessoria de imprensa da companhia divulgou que os iPods shuffle e nano devem chegar em duas semanas. O primeiro vai custar R$ 299 (2GB). O segundo será vendido por R$ 549 (2GB) e R$ 649 (16GB).


O iPod touch, o mais popular da linha de acordo com a Apple com 1,5 bilhão de games comprados, recebeu uma versão mais fina, com a tela “retina display”, a mesma usada no iPhone 4, com mais definição, uma câmera frontal, o FaceTime (conversa por meio de vídeo) e 40 horas de bateria. Os preços: US$ 229 (8GB), US$ 299 (32GB) e US$ 399 (64GB).

iTunes
O programa de músicas da Apple, o iTunes foi renovado. A versão 10 do software, já disponível para download, apresenta a rede social Ping. Ela permitirá que os fãs fiquem conectados com as músicas de seus artistas favoritos, além de poder descobrir novas canções.

“Um dos principais fatores que nós focamos no novo iTunes é a ‘descoberta’. Como descobrimos sobre algo novo? As pessoas estão sempre perguntando, o que meus amigos estão escutando? Quais as novidades dos meus artistas favoritos?”, disse Jobs. Por isso, para o iTunes 10, a Apple anunciou o lançamento do Ping, definida pela empresa como uma rede social de música.

Segundo Jobs, 11,7 bilhões de músicas já foram baixadas a partir do programa, mais de 450 milhões de episódios de TV, 100 milhões de filmes e 35 milhões de livros. Outra novidade é que o logo do iTunes 10 foi trocado, sendo retirado o desenho do CD, já que ele foi ultrapassado há tempos pelos MP3s.

Artigo originalmente publicado na seção Tecnologia e Games do G1.

Fonte: Tecnologia e Games - G1, 01/09/2010
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Realidade aumentada deixa de ser ficção científica(PCWorld, 10/08/2010)



Associada inicialmente a truques baratos, tecnologia ganha espaço e mostra inovação; saiba como ela funciona.

A realidade aumentada, que tantas vezes foi alvo da ficção científica, está aqui, ali e em todo lugar. Uma busca no Google News traz cerca de 700 artigos recentes sobre a tecnologia e as empresas que dizem oferecê-la.

O que é realidade aumentada? Em poucas palavras, ela trata da inserção de conteúdo gerado pelo usuário em nosso campo de visão – uma combinação capaz de nos contar mais do que vemos.

Em algum momento no futuro, poderemos ter parabrisas, máscaras de mergulho e até óculos capazes de nos dar informações sobre o que vemos.

Por exemplo, um parabrisas com um sistema de realidade aumentada poderia reconhecer prédios e identificá-los para nós no próprio parabrisa, fornecendo indicações de direção passo a passo, informações de sinais de trânsito e alertas sobre situações de perigo adiante.

Óculos poderiam usar uma câmera embutida na armação, cuja imagem fosse visível apenas a nós, para identificar pessoas, informar seus nomes e dizer quando foi que os encontramos pela última vez.

Lembra-se da “visão de Exterminador”? Os filmes da série “O Exterminador do Futuro” mostrava o mundo a partir da perspectiva do robô interpretado por Arnold Schwarzenegger. Veículos, pessoas e objetos eram identificados instantaneamente dentro de seu ângulo de visão. Havia também análises: o robô calculava as probabilidades, como ameaças e baixas, em tempo real, e mostrava a informação sobre aquilo que estava olhando.

Busca de problema

Algum dia seremos capazes de fazer algo assim. Enquanto isso, a realidade aumentada é uma solução em busca de problema.

Uma startup chamada Atomic Greetings oferece “cartões de visita com realidade aumentada”. Você elabora seu próprio cartão e carrega um vídeo para acompanhá-lo. A empresa envia o cartão de papel pelo correio. Quando o destinatário o mostrar para um PC com webcam, seu vídeo aparecerá como que saindo do cartão (mas será mostrado apenas na tela do PC).

A Olympus tem usado realidade aumentada para promover sua câmera PEN E-PL1. Quem segurar um cartão especial em frente à webcam verá, na tela do PC, uma versão da câmera gerada por computador. Não há benefício aparente além de mostrar como você fica fabuloso quando segura a câmera.

Uma agência de marketing e publicidade interativa chamada Zugara oferece a seus clientes uma grande variedade de promoções de realidade aumentada. Muitas delas envolvem exibir coisas às webcams das pessoas – coisas que não existem de fato. A melhor delas é uma aplicação que simula a prova de roupas em lojas online. Botões flutuam no espaço ao redor do usuário. Ao passar a mão por um deles, o usuário ativa o botão (para funções como mudança de estilos, cores e assim por diante).

A BMW usa realidade aumentada para comercializar seu modelo Z4. Funciona assim: você imprime um símbolo especial. Quando apontar sua webcam para a impressão, o carro aparecerá milagrosamente na tela. Você poderá então aumentar ou diminuir a imagem do carro e até guiá-lo sobre sua mesa. A Toyota e a Audi têm promoções semelhantes.

Cartões colecionáveis

Um dos primeiros truques de realidade aumentada disponíveis comercialmentes vem da empresa de cartões de beisebol colecionáveis Topps, que começaram a circular há cerca de um ano e meio. Os cartões Topps 3D Live mostram uma versão 3D de cada cartão quando exibidos a uma webcam.

Uma revista chamada Time Out New York Kids publicou uma capa recente que usava realidade aumentada. Ao apontar seu celular para a capa (que mostrava a foto de um coral de estudantes de Ensino Fundamental), você poderia ver um vídeo que, surgindo da revista, mostraria as crianças cantando.

À primeira vista, essas aplicações de realidade aumentada parecem legais, mas carecem de novidade. E as novidades perdem efeito rapidamente. Essas campanhas de marketing levam os consumidores a participarem de experiências para ver um vídeo sem sentido que liga algo que não está lá com algo que está. Dá para imaginar que apenas uma minoria de consumidores faz isso uma vez, talvez duas. Mas, satisfeita a curiosidade, eles se cansam facilmente.

O maior problema com esses exemplos é que eles não aumentam a realidade. Eles aumentam marketing e mídia.

Mundos artificiais

No geral, a realidade aumentada envolve ao mesmo tempo utilidade e o aumento do mundo real, não mundos artificiais de marketing e mídia.

Uma empresa chamada Shotzoom Software lançou recentemente um app de 20 dólares para iPhone 4 chamado Golfscape, que usa o giroscópio embutido no celular para mostrar distâncias quando se aponta o aparelho para, digamos, o buraco do campo de golfe no qual você quer acertar.

O Golfscape imita a realidade aumentada dos programas esportivos de TV, onde a linha de impedimento no futebol ou o recorde mundial de natação é representado em tempo real na tela durante a competição ou partida. Ela combina o campo de jogo com dados sobre o próprio jogo.

Os apps para smartphones oferecem um tipo limitado de realidade aumentada – na verdade, uma simulação de realidade aumentada – baseado em localização mais direção, tal como detectada pelo GPS, bússola, acelerômetro e, se existir, giroscópio.

Mas, sem o reconhecimento de objetos, isso não é realmente realidade aumentada, e não é provável que seja adotada pelo público geral que usa smartphone.

Localizador de carros

A Acrossair constrói apps iPhone personalizados, incluindo um chamado navegador Acrossair. Há um guia, feito por eles, que o ajuda a localizar bares. Ele mostra “sinais” flutuando no espaço enquanto você olha em volta, usando a localização dos sinais virtuais como uma indicação da direção do bar. E sua função Carfinder permite usar o GPS para localizar seu carro. Para encontrá-lo depois, basta carregar o app e ver a direção e a distância na tela. (Não combine bebida com direção. Não há como aumentar sua saída da realidade de uma prisão por dirigir alcoolizado.) Mas a empresa tem outros apps. Um app com Twitter mostra os tweets em bilhetes virtuais flutuando no espaço, que indicam a direção da pessoa que a escreveu.

Outros apps semelhantes incluem os navegadores Wikitude World Browser, Robot Vision e Layar. Para usar esses apps, basta que você carregue a aplicação e segure seu celular, e ela lhe mostrará a visão da câmera com lojas de café, museus ou qualquer coisa flutuando no espaço em mais ou menos a direção na qual eles residem.

O mais avançado desses é o navegador Wikitude. Diferentemente dos apps de direção, o Wikitude identifica o prédio, e então liga a nota a ele. A tecnologia é impressionante, mas está sendo usada de um modo que degrada a experiência. Como a imagem vem como vídeo, ela chacoalha ou treme de acordo com os movimentos de sua mão; mas a informação está presa ao prédio. Resultado: aquilo que você tenta ler fica saltando pela tela. Alguém pode explicar a razão de funcionar desse jeito?



No fundo, podemos questionar até a razão de essas apps existirem. Quando você quer saber o caminho até uma cafeteria, não há vantagem em mostrar a visão de câmera. Segurar a câmera no ar, como um estranho, e girar até 360 graus para encontrar uma Starbucks (que no fim das contas irá levá-lo às direções do Google Maps, de qualquer forma) não é melhor que simplesmente digitar "café" diretamente no Google Maps.

Para que serve
A ideia de realidade aumentada tem sido prematuramente cooptada para criar interfaces impressionantes, porém inferiores aos dados de visualização a que nós já temos acesso. Mas não é para isso que existe a realidade aumentada.

Em outras palavras, sem a identificação do objeto a realidade aumentada não é realmente a realidade aumentada. Ao sobrepor dados geoidentificados a uma imagem captada pela câmera, nós obtemos o visual da realidade aumentada sem o benefício final, que é ser capaz de melhorar nossa visão do mundo com informação sobre o que estamos vendo, independentemente de localização.

A realidade aumentada se tornará capaz de mudar nossas vidas quando for combinada com reconhecimento de objetos e reconhecimento de faces.

Vale destacar, contudo, que todas as tecnologias atuais serão úteis para a realidade aumentada real – isso quando nós tivermos resolvido o problema do reconhecimento. Por exemplo, o uso de localização mais direção será útil para restringir as possibilidades de objetos a serem reconhecidos.

A Intel, por exemplo, está trabalhando em um sistema para reconhecer prédios comparando a foto que você tira com sua câmera com as de uma base de dados de fotos. Ao propor isso, a Intel está realmente usando reconhecimento de padrões. O segredo é que ela considera apenas as fotos de objetos próximos a sua localização, como informado pelo GPS de sua câmera.

A tecnologia da Intel não é muita (e ainda não está disponível), mas é um começo. De fato, centenas de empresas e universidades estão trabalhando em problemas que, uma vez resolvidos, trarão a realidade aumentada como a do “Exterminador” a todos nós. A realidade aumentada do futuro trará todos esses dados - localização, direção, padrões especiais, e padrões e reconhecimento facial – e os combinará com uma inovadora tecnologia de display.

A realidade aumentada parece estar em todo lugar. E ainda não está em lugar nenhum. Aproveite para explorar esses novos truques de marketing e aplicações baseadas em geolocalização. Mas perceba também que, apesar de eles serem chamados de realidade aumentada, a coisa real não é realidade – ainda.

Artigo originalmente publicado em PC World. Tecnologia + Inovação + Produtividade

Fonte: PC World, 10/08/2010.
Visite o site do PC World

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Como poupar e onde investir o seu dinheiro (Poupa Clique. O Seu Site de Serviços)



Se você está interessado em poupar ou investir o seu dinheiro, convém entender as possibilidades que o mercado financeiro oferece. Os termos complicados e as inúmeras siglas confundem o possível investidor. Por isso, é preciso saber quais os tipos de aplicações disponíveis, assim como suas vantagens e desvantagens.

Com orientações de Claudemir Galvani, professor de economia da PUC-SP, traçamos um rápido perfil de investimentos em Poupança, Fundos DI e de Renda Fixa, além de previdência privada.

Poupança normal e programada

Prefira a poupança se a sua faixa de aplicação, o que você for guardar todo mês, for de R$100 a R$200. É possível depositar os valores todos ou meses ou programar a transferência da sua conta corrente para a poupança todos os meses.


Fundos DI

Os fundos DI são adequados para faixas de aplicações mais significativas, algo em torno de R$10 mil ou mais. Contudo, podem ser ótima opção para valores a partir de mil reais.

Trata-se de um investimento de curto e médio prazo. Para longo prazo, eles são importantes na composição da carteira do investidor (reserva). Os fundos DI são a aplicação com menor risco no mercado, são rentáveis e contêm em suas carteiras títulos pós-fixados do Governo Federal. "Pós-fixado" significa que o rendimento será definido no dia do resgate.

A rentabilidade do fundo DI varia de acordo com a taxa SELIC, que é definida uma vez por mês, seguindo uma série de fatores, como a flutuação das taxas de juros. Em agosto, por exemplo, o fundo DI rendeu 1,1%. O rendimento será definido no dia do resgate, em função da taxa SELIC.

Quem aplica em fundo DI paga imposto de renda mensalmente, que é de 20% sobre o total da renda gerada; o valor é debitado da conta. O investidor também paga CPMF (0,38%) quando o dinheiro sai da conta corrente para o fundo.

É recomendável não mexer no dinheiro aplicado nos primeiros 30 dias. Se isso ocorrer, o investidor paga IOF, uma taxa decrescente que pode variar de 0% a 60% de desconto. Após 30 dias, o saque é livre.

Leia coluna sobre vantagens de aplicar em poupança ou em fundos de DI

Fundos de Renda Fixa (prefixados)

Se você já tem aplicações nos fundos DI e quer variar o leque de investimentos, a próxima aplicação poderá ser em fundos de renda fixa (pré-fixado).

Esse fundo aplica em papéis com taxas de juros previamente definidas e conta com títulos públicos pré-fixados, com variação cambial, com IGP-M, além de títulos privados, como CDBs e Debêntures.

Os fundos de renda fixa (pré-fixados) buscam oportunidades de retorno em cenários com probabilidade de queda nas taxas de juros, normalmente apresentando rentabilidade superior ao CDI quando esta expectativa se confirma.

Isso porque, quando os juros caem, o rendimento predeterminado dos fundos de renda fixa se torna maior que a remuneração das aplicações pós-fixadas que acompanham a SELIC e, portanto, passam a render menos. As faixas de rentabilidade são variáveis: quando maior o montante, mais rentável.

Quem aplica em fundos de renda fixa também paga imposto de renda mensalmente, em alíquota de 20% sobre o total da renda gerada. O valor é debitado da conta.

Assim como nos fundos DI, é recomendável não mexer no dinheiro aplicado nos primeiros 30 dias. Se isso ocorrer, o investidor paga IOF, uma taxa decrescente que pode variar de 0% a 60% de desconto. Após 30 dias o saque é livre.

Previdência privada

O programa de previdência privada é bom para pessoas com até 30 anos que possam aplicar no mínimo R$100 reais todos os meses e não precisem do dinheiro em curto prazo. Por exemplo, é um péssimo negócio para quem pretende "juntar" dinheiro. Bom mesmo é apostar em longo prazo, no mínimo 25 anos. O pagamento mínimo é de 10 anos.

Em casos de emergência, o correntista pode sacar o dinheiro, mas perde-se muito quando feito nos primeiros anos. O rendimento é mensal (aumenta o valor da cota). O eventual saque antecipado é permitido, mas é descontada uma parcela significativa.

O IR só incidirá no resgate, e isso é uma vantagem, já que nas demais aplicações financeiras o IR é recolhido mensalmente.

Artigo originalmente publicado no site Poupa Click.

Fonte: Poupa Click. O Seu Site de Serviços
Visite o site Poupa Click

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Sony anuncia televisores 3D com player de Blu-ray (Baixaki, 27/08/2010)


A nova linha Bravia 2 KDL da multinacional conta com um gravador e leitor de Blu-ray acoplado, possibilitando o armazenamento de transmissões de TV.

A Sony, uma das líderes de mercado no ramo de equipamento multimídia, divulgou uma série de televisores com um player para DVDs e outro para Blu-ray 3D (formato que suporta imagens tridimensionais), assim como seu HD, embutidos na mesma carcaça.

A linha chamada até agora de Bravia 2 KDL, possui telas com 40, 46 e 55 polegadas. Todos os modelos contam com resolução Full HD (1080p), 500 GB de espaço no disco rígido, iluminação de LED, dois alto-falantes de 10 W, três entradas HDMI e uma USB. Em qualquer uma das televisões é possível gravar a programação de TV, inclusive com sinal digital (DTV), e reproduzir filmes em três dimensões. Vale salientar que é preciso utilizar óculos especiais para visualizar o efeito.

Os aparelhos de última geração em reprodução de imagens devem chegar às prateleiras japonesas no início de dezembro deste ano. Os valores devem variar de US$ 3,5 mil a US$ 5,2 mil, dependendo do tamanho da tela.



Versões de 26 e 32 polegadas, porém com especificações mais comedidas (iluminação CCFL, resolução de até 1366 por 768 pixels e sem compatibilidade com tecnologia 3D), serão comercializadas mais cedo, a partir de 30 de novembro no Japão. O custo para esses eletrônicos é de US$ 1.720 e US$ 1.780, respectivamente.

A vantagem em adquirir um equipamento desses é a economia de espaço na sua estante. Quanto à qualidade de imagem e à experiência oriunda dos efeitos visuais e sonoros do Blu-ray 3D, não precisamos comparar: é covardia!

Artigo originalmente publicado no Baixaki.

Autor: Fernando Daquino
Fonte: Baixaki, 27/08/2010

Visite o site do Baixaki.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Televisor 3D que dispensa o uso de óculos especiais deve chegar ao mercado este ano (Olhar Digital, 25/08/2010)


Tecnologia promete causar menos cansaço à visão do que os modelos que já estão no mercado



Uma das principais críticas em relação aos televisores 3D é a necessidade dos óculos especiais. Uma pesquisa realizada recentemente no mercado japonês revelou que 70% dos consumidores não têm interesse em comprar um aparelho do tipo justamente por causa desses acessórios incômodos. De olho nessa questão, a Toshiba anunciou na terça-feira, 24/08, que está desenvolvendo o primeiro televisor 3D que dispensará o uso dos óculos e deverá chegar ao mercado ainda este ano.

A experiência, que se baseia na transmissão de diferentes imagens de vários ângulos, criando a ilusão de dimensão e profundidade, promete não causar tanto cansaço aos olhos como os televisores que já estão no mercado.

Em maio deste ano, a Toshiba apresentou um protótipo de 21 polegadas que permitia a visualização de imagens tridimensionais de vários ângulos sem os óculos.

A empresa não deu mais detalhes de como serão os novos televisores, mas de acordo com o seu relatório, três diferentes modelos chegarão ao mercado até dezembro.

Artigo originalmente publicado no site Olhar Digital

Fonte: Olhar Digital, 25/08/2010.
Visite o site do Olhar Digital